O texto tem que ser todo ligado, com passagens entre frases e parágrafos.
O foco deve estar claro desde a abertura.
O lead deve ser criativo.
Só colocar a fala dos personagens quando for opinião ou sentimento.
Nunca se deve usar a palavra "coisa".
Tem que dominar a ferramenta básica de trabalho: o português.
Não repetir palavras com proximidade. Usar sinônimos.
Essas frases já foram ditas várias vezes esse semestre nas aulas de Jornalismo de Revista. É até fácil fazer isso tudo quando se pensa em uma redação. Não quando se tem que entregar 7 laudas de uma grande reportagem no final desse período, junto com mais outros 200 trabalhos de outras matérias. Mas, mesmo com todo mundo xingando a professora, defendo ela. Afinal, como ela mesmo diz, textos são a base da profissão que escolhemos e, se isso incomoda, tem que mudar de área. Tem argumento pra esse fato?
Cara, eu gosto da Maristela. Gosto desse jeito dela. Gosto porque aprendo muito. Sei que sou muito boa em português, mas, nas aulas dela, aprendo muita coisa (ops! usei a palavra que ela faria uma observação em vermelho, rs). Ser formada em Jornalismo e Letras fez com que ela se tornasse uma expert em língua portuguesa e.... como é bom ouvir uma pessoa falando com total domínio do nosso idioma. Tenho necessidade de absorver tudo o que ela diz em todas as terças-feiras e não deixo de fazer um trabalho sequer pra ela poder melhorar todos os meus textos. Acho que isso tudo faz com que essa seja a matéria que eu mais cobre de mim e a que eu fico com raiva quando tiro menos de nove.
Cara, eu gosto da Maristela. Gosto desse jeito dela. Gosto porque aprendo muito. Sei que sou muito boa em português, mas, nas aulas dela, aprendo muita coisa (ops! usei a palavra que ela faria uma observação em vermelho, rs). Ser formada em Jornalismo e Letras fez com que ela se tornasse uma expert em língua portuguesa e.... como é bom ouvir uma pessoa falando com total domínio do nosso idioma. Tenho necessidade de absorver tudo o que ela diz em todas as terças-feiras e não deixo de fazer um trabalho sequer pra ela poder melhorar todos os meus textos. Acho que isso tudo faz com que essa seja a matéria que eu mais cobre de mim e a que eu fico com raiva quando tiro menos de nove.
Tenho orgulho de ter essa formação acadêmica. Orgulho de ouvir da Maris que, apesar dela ter feito UFRJ, ela não vê nenhuma diferença de ensino com a UVA (além da falta de interesse maior dos alunos de faculdade particular). Tenho orgulho de ter escolhido essa profissão e de nunca ter pensado que isso não era o que eu queria. Era. Era exatamente isso. É. É perfeitamente isso. Não no jornal impresso, já que quero ter vida, família, mas é. É até mais do que pensava antes de começar o curso.
A Maristela é a representação do bom jornalismo pra mim. Ela é a professora que eu escolhi pra ser minha orientadora desde o 4º período, primeiro semestre que ela me deu aula. Hoje, na metade do 6º, sei que ela vai me deixar de cabelo em pé na monografia com as milhões de passagens e todas as outras orientações que ela vai me perturbar pra fazer, mas não mudo de opinião. É ela. É o jornalismo. É a Maristela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário