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| 2007 |
Somos amigos desde que você entrou no meio do ano lá no Gaudium, no primeiro ano do Ensino Médio, em 2006. Eu consertando seus erros de português, aguentando seu jeito nerd e sua teimosia eterna e você o meu jeito de te corrigir na escrita, meu estresse e ironia. E a Stephane, no meio de nós dois, como uma balança para nos equilibrar (indispensável a presença dela). Gostei muito dos quase 2 anos em que estudamos juntos. Eu, que nunca espero muito encontrar uma amizade duradoura no colégio, encontrei em você um amigo pra vida toda.
Foi muito bom perceber que nós não somos aqueles amigos que só fazemos durante o colégio e depois se afastam. Fico feliz em saber que hoje, mesmo depois de quase 4 anos sem estudarmos juntos, ainda temos bastante contato: sabemos todas as novidades da vida do outro, nos aconselhamos, nos ajudamos, nos estranhamos e, quando dá, nos encontramos (já que essa vida de faculdade é uma correria pra nós dois).
Agradeço a Deus por ter tido a oportunidade de conhecer você e a tia Célia, que é um amor de pessoa.
Teria muito mais coisas pra citar aqui, mas esse tipo de texto vou deixar pra uma outra oportunidade.
Não poderia deixar de terminar sem mencionar uma frase que você fez (para uma garota que não seria necessário citar o nome para não lembrar da história, rs.) em um dos seus picos de criatividade e que achei bem interessante (tanto que não esqueci até hoje, mesmo tendo sido escrita há alguns anos atrás).
"O que mais me entristece é saber que o nosso amor era tão grande, mas mesmo assim não suportou. Erros bobos, erros tolos.. de alguém que não sabia falar de amor".
Vinícius Nascimento

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